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INSTITUTO CENTRO DE CAPACITAÇÃO E APOIO AO EMPREENDEDOR

Projetos realizados Voltar

 

                O Centro CAPE difunde a cultura empreendedora por meio de inúmeras iniciativas direcionadas a públicos diversos e de diferentes áreas – desde o artesanato até as startups. Conheça aqui os projetos do Centro CAPE.

11º Programa de Aceleração Startup Farm

11º Programa de Aceleração Startup Farm: o primeiro realizado pela parceria The Plant/Startup Farm

          Durante 34 dias, de 03 de janeiro a 05 de fevereiro de 2015, 60 pessoas trabalharam os mais diversos modelos de negócio. Entre eles uma impressora 3D que trabalha com pedra e madeira, um cinto que avisa se o usuário está com a postura incorreta, um drone para limpeza do meio ambiente, um aplicativo que reúne todos os exames médicos que uma pessoa fez na vida em um único local de armazenamento, facilitando diagnósticos, um sistema implantado num carro que alerta o motorista sobre as necessidades de manutenção e previne possíveis defeitos futuros, dentre outros.

          Ao final do programa, no dia 10 de fevereiro, as equipes que conseguiram finalizar seu projeto, e demonstraram que suas ideias eram viáveis, apresentaram o trabalho para a potenciais investidores. O projeto vencedor do 11º Programa de Aceleração Startup Farm foi o da equipe Nexer. O produto Nexer, um sistema que reúne aplicativo e um dispositivo eletrônico, para o monitoramento da performance do automóvel e do motorista ao volante, já opera em táxis e vários outros clientes individuais, e foi incluído em um projeto piloto feito por uma concessionária de veículos de Belo Horizonte.

Artesanato e Turismo

Programa Artesanato e Turismo: capacitação de artesãos em cidades com potencial turístico

          O Programa Artesanato e Turismo integrou o Projeto Produção Associada ao Turismo, que tinha como principal foco agregar valor aos produtos turísticos, por meio do incentivo à atividade, da criação de postos de trabalho, da valorização dos aspectos culturais das localidades com potencial turístico, e da geração de renda nas regiões envolvidas, com a promoção do desenvolvimento sustentável.

          No âmbito do programa voltado para o segmento artesanal, o objetivo foi o de proporcionar o crescimento profissional do artesão, com a oferta de instrumentos necessários ao seu aprimoramento técnico e como empreendedor. Como resultado, a iniciativa – realizada nos municípios de Itabira, Santa Bárbara, Nova Lima, Mariana, Barroso, Lagoa Dourada e São João Del Rey – registrou a elevação da capacidade produtiva e comercial dos artesãos que participaram do programa. Na ação, o Centro CAPE teve como parceiros o Ministério do Turismo e o Instituto Estrada Real.

Desenvolvimento Municipal

Ferros (MG): Geração de renda e trabalho a partir do resgate das identidades locais

 

          O Centro CAPE realizou, em 2002, o Programa de Desenvolvimento do Município de Ferros. A iniciativa teve como objetivo transformar os sistemas produtivos locais, a partir do apoio e do fomento às atividades artesanais. A estratégia aplicada foi a de contribuir para a promoção do desenvolvimento socioeconômico e cultural da cidade, por meio do resgate das identidades locais. O programa estimulou o espírito empreendedor da população para desenvolver e aperfeiçoar as realidades produtivas já existentes no município.

 

Encontro CEFE

Workshop CEFE: rede internacional estabeleceu parâmetros para a habilitação de novos facilitadores

 

          Entre os dias 22/01 e 25/01 de 2015, o Centro CAPE recebeu, nas instalações do The Plant, o encontro de facilitadores do CEFE, com o objetivo de discutir e aprimorar a aplicação da metodologia de Competência Econômica para a Formação de Empreendedores. O workshop foi organizado para aqueles que já eram facilitadores CEFE e desejavam iniciar o planejamento para receber o certificado do CEFE Internacional.

          Para saber mais sobre o CEFE Internacional e ter acesso à íntegra do documento elaborado ao final do encontro, clique aqui.

IDAM

IDAM: Apoio ao artesanato maranhense

          O Centro CAPE, numa consultoria junto ao Sebrae Maranhão e ao Governo do Estado do Maranhão, apoiou o desenvolvimento e a implantação do Instituto de Desenvolvimento do Artesanato Maranhense (IDAM), uma organização não governamental que tem como objetivo promover o artesanato e os artesãos do estado. O IDAM desenvolve o seu trabalho a partir das seguintes inciativas:

          - Central de Treinamento

          - Banco do Empreendedor

          - Central de Vendas

          - Central de Compras

          - Central de Exportação

            Saiba mais:

 

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          Ir para o site

               

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Metodologia CEFE para Portadores de Déficit Auditivo

Educação empreendedora inclusiva: Centro CAPE desenvolve a metodologia CEFE voltada para portadores de déficit auditivo

 

          A metodologia Competência Econômica para a Formação de Empreendedores (CEFE) para pessoas com déficit auditivo foi desenvolvida pelo Centro CAPE para capacitá-las nas principais características empreendedoras. Para a execução do trabalho, foram realizadas ações de:

          . Resgate da autoestima e de favorecimento ao autoconhecimento do participante;

          . Oferta de acesso a instrumentos e práticas de gestão;

          . Transformação da participação isolada em compromisso coletivo, com estímulo à constituição de associações ou cooperativas;

          . Formação de facilitadores com déficit auditivo na metodologia CEFE, por meio da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS).

OBRART e ABRA

Representação nacional: uma entidade para cuidar dos interesses do artesanato brasileiro

 

          Com uma história profundamente ligada à organização e profissionalização do artesanato brasileiro, o Centro CAPE esteve envolvido, por duas vezes, em movimentos pela criação de uma entidade nacional para a defesa dos interesses do segmento. O primeiro deles foi a tentativa de se criar a Organização Brasileira de Artesanato (OBRART), para agregar associações e cooperativas de artesãos de todo o território brasileiro. A falta de visão de auto sustentabilidade e de autogestão do artesão brasileiro impediu o êxito da iniciativa.

          Pelo mesmo motivo, também foi frustrada a tentativa de se criar a Associação Brasileira de Artesanato (ABRA). A entidade, que não chegou a ser legalizada, teria como objetivo central o apoio ao segmento artesanal. O Centro CAPE se mantém firme na posição pela criação de uma entidade nacional de apoio e promoção do artesanato brasileiro, mas considera que a instituição deva nascer da vontade e disposição das lideranças do segmento, não só por iniciativa de sua diretoria.

          Caberia a essa entidade iniciativas como:

         - Promover e estimular o estudo e a formulação de propostas que contribuam para a solução de problemas que afetam a atividade artesanal, principalmente nas áreas técnica, gerencial, mercadológica e fiscal tributária;

          - Criar mecanismos de apoio à produção interna do artesanato, visando à expansão de sua comercialização no País e no exterior;

          - Prestar qualquer serviço que possa contribuir para o fomento e racionalização das atividades artesanais;

          - Proporcionar a melhoria do convívio entre esta classe através da integração de seus associados;

          - Oferecer aos associados e seus dependentes, atividades econômicas, culturais, desportivas e sociais, melhorando suas condições de vida;

          - Fomentar e assistir o artesão particularmente no seu aperfeiçoamento técnico profissional;

          -  Dar apoio técnico e institucional a seus associados, às cooperativas e associações de artesãos;

          - Colaborar com a preservação do meio ambiente;

          - Promover ou apoiar diretamente a comercialização dos produtos artesanais, tanto no mercado interno, quanto no mercado externo;

          - Constituir-se em Centro de Documentação e Informação, sistematizando e divulgando dados técnico-econômicos de interesse do setor artesanal.

Oficina Escola Oeme

Oficina Escola Oeme: formação profissional para moradores de áreas carentes

 

          O Centro CAPE desenvolveu, para a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Esportes (Sedese-MG), projeto de criação de um centro de formação profissional no espaço da OEME, onde hoje se situa unidade Gameleira do Sistema Nacional de Emprego (Sine Gameleira – rua Cândido de Souza, 510, Nova Cintra, Belo Horizonte). Pelo projeto foram oferecidos cursos de cozinha básica e formação de secretárias do lar, cabeleireiro, manicure/pedicure, pinturas especiais, marcenaria, horticultura e jardinagem.

          Entre as ações do projeto também estava a oferta de um curso de gestão empresarial e comportamento empreendedor, que foi ministrado a alunos que já tinham concluído um dos cursos profissionalizantes. O público-alvo da iniciativa foram os moradores das áreas mais carentes do bairro Nova Cintra.

Programa Áreas Protegidas da Amazónia

ARPA: capacitação do trabalhador da floresta

 

          O Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA) foi operacionalizado pela Agência de Cooperação Técnica do Governo da Alemanha (GTZ) e parceiros e tinha como objetivo o desenvolvimento do produtor residente nas áreas protegidas da floresta, oferecendo a ele instrumentos para que se aperfeiçoasse cada vez mais, entendesse bem o seu negócio, aprimorasse o seu ofício e se colocasse no mercado de trabalho, com respeito e em harmonia a seu habitat.

          O Centro Cape participou de uma etapa do projeto, com a formação de consultores locais na metodologia CEFE, de forma que eles pudessem trabalhar com os moradores locais na criação de negócios, mas sempre com a visão da preservação ambiental.

           Mais informações sobre o programa, clique aqui.

           Visite, também, o site da GTZ.

            

Projeto Dekassegui

Projeto Dekassegui: apoio ao trabalhador brasileiro no retorno ao país

 

          O Centro CAPE desenvolveu, em parceria com a Fundação Banco do Brasil, o Projeto Dekassegui, entre os anos de 2002 e 2004, em São Paulo e Curitiba. São chamados de decasséguis trabalhadores brasileiros, descendentes de japoneses, que vão para aquele país em busca de empregos.

          O objetivo do projeto foi o de orientar esses emigrantes, em seu retorno ao país, para que conseguissem um melhor aproveitamento da poupança feita com o trabalho no Japão. A iniciativa envolveu ações de capacitação, assessoria e intermediação de mão-de-obra. O projeto atendeu, individualmente, 15.342 trabalhadores, dos quais 6.042 participaram de cursos de capacitação.

          Como resultado a iniciativa registrou a abertura de negócios de diversos setores e segmentos da economia, com destaque para restaurantes, laboratórios fotográficos, pousadas, varejos de plantas ornamentais, lojas de bijuterias, salões de beleza, clínicas de estética, empresas de prestação de serviços de informática, de reciclagem de materiais, pastelarias, consultorias, confecção de roupas, cafés e lava a jatos.

Projeto Madeira

Projeto Madeira: árvores cortadas na reforma do Mineirão se transformam em arte popular

 

          O Centro CAPE desenvolveu o Projeto Madeira, entre 2009 e 2012, para o reaproveitamento da madeira das 1.100 árvores suprimidas na região da Pampulha, durante as obras de reforma do estádio Magalhães Pinto, o Mineirão, para a Copa do Mundo de 2014.

          As árvores cortadas foram encaminhadas para o Centro CAPE e distribuídas para artesãos de Minas Gerais que têm a madeira como a sua principal matéria-prima. A distribuição foi feita de forma legal, com emissão de documento fiscal e certificado de origem, e mais de 100 artesãos foram beneficiados pela iniciativa.

Projeto Norte

Projeto Norte: capacitação em gestão para artesãos de seis estados brasileiros

 

          Em parceria com a Fundação Banco do Brasil, o Centro CAPE desenvolveu o Projeto Norte, que levou conhecimentos sobre cadeia produtiva e organização da produção para entidades de artesãos de seis estados brasileiros: Acre, Rondônia, Amazonas, Pará, Tocantins e Minas Gerais.

          Como resultado do projeto, as entidades envolvidas trabalham hoje com mais competência para o mercado. A partir das informações recebidas durante a realização do projeto, conseguem avaliar o seu processo produtivo e, com isso, formarem preços capazes de gerar mais renda aos artesãos. Participaram do Projeto Norte as seguintes entidades:

           - Cooperativa A

          - Inspetoria Santa Terezinha

          - Associação dos Artesãos Indígenas

          - Cooperativa dos Artesãos de Icoaraci (COART)

          - Associação de Artesãos Biojoias do Juruá

          - Associação dos Artesãos de Palmas Apenado e Egresso (ACUDA)

Projeto Pedra-Sabão

Projeto Pedra-Sabão: diagnóstico da extração do mineral em Ouro Preto e Mariana

 

          A pedra-sabão começou a ser usada para esculturas de monumentos, por volta de 1755, especialmente nas cidades mineiras de Ouro Preto e Mariana. Com grande ocorrência na região central de Minas Gerais, o mineral foi largamente aplicado em obras de escultura ornamental religiosa, no período colonial, e sua utilização foi consagrada por grandes artistas da época, como Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho.

          Desde então, a pedra-sabão e minerais similares vêm sendo explorados para fins variados, com amplo emprego nas indústrias química, têxtil, cerâmica e, particularmente, na confecção de artigos artesanais (panelas, jogos e peças decorativas). Atualmente, um grande número de famílias da região encontra-se envolvido com essa atividade, e sua produção tem importante representatividade socioeconômica e cultural para Minas Gerais.

          Diante disso, o Instituto Centro CAPE e o Instituto Terra Brasilis desenvolveram um diagnóstico da atividade de exploração de pedra-sabão na região de Ouro Preto-Mariana nos aspectos referentes à questão mineral/ambiental e socioeconômica. O diagnóstico objetivou, particularmente, subsidiar a elaboração de projetos-piloto que visam melhorias na organização da produção, das relações de trabalho e da saúde ocupacional, adequação das atividades de lavra e beneficiamento às condições ambientais locais, melhorias tecnológicas e racionalização do uso da matéria-prima e reciclagem de resíduos.

          Fundamentalmente, através de futuros desdobramentos desse projeto, pretende-se buscar a capacitação das comunidades envolvidas de forma que possam vir a constituir núcleos produtivos organizados, economicamente viáveis e cujos processos produtivos sejam concebidos dentro dos princípios da gestão ambiental.

Projeto Polo Mineral

Projeto Polo Mineral: formação de empreendedores

 

          Em parceria com a Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia de Minas Gerais, o Centro CAPE desenvolveu um projeto para a formação de empreendedores dos polos mineral e de metais. O trabalho foi executado com a finalidade de desenvolver o potencial empreendedor dos participantes e de direcioná-los, com a devida assistência, ao mercado profissional.

          Foram realizadas ações de sensibilização dos empreendedores para a percepção do projeto como uma oportunidade de melhoria de vida e acesso ao mercado profissional, de forma organizada. O projeto garantiu subsídios para que os participantes desenvolvessem o autoconhecimento, identificassem e aplicassem o seu potencial empreendedor. A iniciativa ofereceu instrumentos para o desenvolvimento de habilidades em gestão de negócio e teve como diretriz auxiliar o participante para que se posicionasse como sujeito de seu próprio desenvolvimento pessoal.

Projeto Serra Pelada

Serra Pelada: projeto previa a criação de pequenos negócios em substituição aos empregos perdidos no garimpo

 

          Em 2006, o Centro CAPE realizou uma pesquisa com 100% dos moradores da região de Serra Pelada, no sudeste do Pará. O objetivo do trabalho foi o de levantar informações sobre o potencial de conhecimentos da população sobre novos negócios e apurar subsídios para o desenvolvimento de um projeto de criação de negócios. A iniciativa, entretanto, não teve continuidade, mas os levantamentos realizados mostraram que o projeto tinha potencial para ser bem-sucedido.

          Serra Pelada ficou conhecida mundialmente na década de 1980, quando milhares de trabalhadores foram atraídos para o garimpo de ouro na região. Com a exaustão das jazidas, na década seguinte, foi necessário buscar alternativas de geração de renda e trabalho para a população. Infelizmente, sem políticas públicas de reabilitação econômica, a população de Serra Pelada, que chegou a atingir 120 mil pessoas, entre 1982 e 1986, está hoje reduzida a cerca de 1.000 moradores, que vivem em situação precária.

Sala do Empreendedor

Sala do Empreendedor: crédito para os pequenos empreendimentos

 

          No segundo semestre de 1998, o Banco do Brasil, a Fundação Banco do Brasil e o Ministério do Trabalho decidiram oferecer uma alternativa para um crédito orientado dirigido aos pequenos empreendimentos formais e informais, que buscavam as linhas do Programa de Geração de Emprego e Renda (PROGER), como alternativa de crescimento ou manutenção no mercado de trabalho. O Centro CAPE foi o escolhido para desenvolver o projeto em função de iniciativa semelhante bem-sucedida, que vinha mantendo desde 1991, com crédito acompanhado aos empreendedores de pequeno porte, que apresentava índice zero de inadimplência. O microcrédito gerenciado pelo Centro CAPE, à época, foi reconhecido por sua eficiência e eficácia para o desenvolvimento dos pequenos negócios.

          Foi criado, então, o projeto Sala do Empreendedor, baseado nos mesmos princípios que norteavam a ação já executada pelo Centro CAPE. A Sala do Empreendedor oferecia:

          1) Orientação:

          Atendimento personalizado, realizado por agentes de crédito devidamente capacitados para orientar os clientes quanto à necessidade de estruturar o negócio, de forma a compatibilizar o sonho com a realidade.

          2) Capacitação:

          Conscientização dos empreendedores quanto aos riscos e oportunidades inerentes ao negócio e investimentos para sua expansão, bem como a capacitação no processo de elaboração do plano de negócios apresentado ao Banco do Brasil.

          3) Consultoria para Elaboração do Plano de Negócios e Projeto de Investimento:

          Durante o treinamento foi disponibilizado ao empresário um software com o plano de negócios e/ou projeto de investimento, ajudando-o a organizar as informações de forma realista. O apoio de um consultor especializado foi dado no espaço físico da Sala do Empreendedor, auxiliando o cliente na elaboração do plano de negócios.

          4) Serviços de Acompanhamento:

          Acompanhamento mensal do cliente, pelos Agentes de Crédito, consultoria preventiva e, opcionalmente, consultoria especializada na área de necessidade do cliente, com a finalidade de prevenir eventuais problemas no uso do recurso concedido, até a quitação do financiamento.

          O projeto encerrou suas atividades em 2003 e nos seus cinco anos de existência, os resultados foram:

          - 713.279 atendimentos,

          - 134.933 visitas socioeconômicas

          - 51.992 empreendedores capacitados

          - 17233 consultorias em plano de negócios

          - 96.316 créditos liberados

          - R$1.008.514.131,00 emprestados

          - 223.400 empregos mantidos/gerados

          - 12.339 consultorias preventivas realizadas      

 

Startup Comunidade

Startup Comunidade: aceleração para negócios oriundos do Morro do Papagaio e Aglomerado da Serra

 

          O Centro Cape desenvolveu um trabalho junto às comunidades do Aglomerado da Serra e do Morro do Papagaio, em uma iniciativa pioneira, que foi chamada de Startup Comunidade. A ação consistiu em um programa de aceleração de empresas voltado para empreendedores oriundos das duas regiões carentes de Belo Horizonte.

          O objetivo do projeto foi o de incentivar o morador a montar negócios sustentáveis com uma visão mais empreendedora, capaz de crescer, além das fronteiras de sua comunidade. O programa aconteceu no The Plant, escritório compartilhado e espaço de fomento a negócios inovadores do Centro Cape, e nas próprias comunidades. Foram desenvolvidas atividades semanais para que os grupos se organizassem e obtivessem sucesso nos seus empreendimentos. O trabalho foi executado em parceria com o Sebrae Minas, o SENAI, o BDMG e consultores voluntários.