Cheque Prata

Imagine um curso de capacitação com fins de geração de emprego e renda, e a sala cheia com participantes que demandam e exigem algum treinamento...

Imagine a grande quantidade de instituições, institutos de capacitação deste gênero, e a oferta orientada à demanda dos potenciais participantes que pagam pelos cursos...

Imagine aposentados e desempregados, com grande experiência, motivados para repassar os seus conhecimentos adquiridos ao longo de anos de trabalho, criando institutos de capacitação, garantidos por uma demanda estimulada por um bônus de capacitação.

Isto é apenas um sonho ou uma realidade exclusiva para a fatia do mercado de treinamento, onde o poder de aquisição e a valorização da capacitação permitem uma oferta privada na base da demanda e da oferta? Ou está faltando apenas uma abordagem profissional inovadora para integrar o potencial existente de captação ao mecanismo do mercado? Como ao mesmo tempo valorizar a posição do cliente, satisfazer a necessidade dos órgãos financiadores e desvincular os institutos da necessidade de oferecer seus cursos em primeiro lugar aos financiadores? Como abrir a oportunidade para instalação de novos institutos.

O projeto CHEQUE PRATA traz este know how de uma forma adequada à realidade brasileira, incluindo os instrumentos necessários para sua avaliação e futura ampliação a nível regional e nacional.

Inovação e Simplicidade: O mecanismo é obtido com a utilização do CHEQUE PRATA, que será disponibilizado para as pessoas interessadas em buscar os cursos de capacitação. A utilização do "CHEQUE PRATA" tanto pelo cliente quanto pelas instituições, segue critérios e parâmetros que tornam sua adoção fácil, ágil e segura.

A Grande Mudança: Ao invés de se custear este ou aquele curso a ser colocado futuramente no mercado, da forma como entidades financiadoras (ex. FAT) vêm atuando, passa-se a custear o "CHEQUE PRATA". Ele só poderá ser utilizado para pagamento de cursos de capacitação através da razão de 1 (um) por curso, podendo entretanto ser complementado, caso o curso exceda seu valor.

Esta simples modificação conjugada aos critérios e parâmetros propostos e a existência de uma estrutura adequada de coordenação, muda o contexto atual, criando uma nova condição.

Valorização do cliente - "sua majestade o cliente":
Com a utilização do "CHEQUE PRATA", o cliente é quem pesquisa, avalia e escolhe o curso que melhor lhe atende;
Adequação dos cursos (conteúdo, carga horária, local, horário, nível de exigência, etc):
Além da necessidade de oferecer cursos que atendam às exigências do cliente para que o mesmo seja comprado, o próprio valor do "CHEQUE PRATA" foi definido para estimular a oferta de cursos modulares, mais adequados à atual necessidade dos clientes, o qual permite que cada um monte seu programa de cursos em função de suas carências.
Ruptura com o estigma do assistencialismo:
Com a possibilidade de o cliente valer-se com "CHEQUE PRATA" para comprar no mercado aquele curso que lhe convier, inclusive complementar seu valor caso o curso exceda o valor do "CHEQUE PRATA", rompe com a idéia de que o cliente é incapaz de pagar pelo serviço e que suas opções cursos são definidas e limitadas pelo órgão financiador.
Valorização e compromisso:
Com o fato de o interessado ter que buscar seu "CHEQUE PRATA", pagar um valor simbólico e em muitos casos ter que complementá-lo até o valor do curso, valoriza tanto o "CHEQUE PRATA" quanto o curso a ser freqüentado, reduzindo a evasão e aumentando o aproveitamento.
Harmonização do mercado:
Com a utilização do "CHEQUE PRATA" para cursos normais de mercado, acaba-se, em médio prazo, a divisão entre cursos normais e cursos custeados por agentes financiadores como o FAT.
Agilidade e desburocratização:
O fato de o próprio mercado atestar a qualidade e adequação dos cursos às suas necessidades, através da compra daquele que for mais interessante, permite que os critérios de credenciamento de instituições e cursos sejam ágeis e simplificados, tornando-se mais seguros.
Atualidade:
Como o processo de credenciamento é simples e os recursos do financiador são destinados ao "CHEQUE PRATA" e não diretamente aos institutos, pode-se permanentemente credenciar novos cursos, desde que dentro dos objetivos do programa. Isto permite que a carteira de cursos esteja sempre atualizada, atendendo à nova demanda.
Democratização:
A utilização do "CHEQUE PRATA" torna mais democrática a oferta dos cursos. Os clientes não ficam restritos a cursos inteiramente custeados por organizações, podendo buscar, dentre uma gama muito maior, aquele que lhe interessa. Os institutos por sua vez terão maior acesso ao programa, uma vez que o sistema de credenciamento é simplificado e as regras de mercado em alguns casos favorecerão os pequenos institutos e mesmos os profissionais autônomos, hoje excluídos do processo.
Aplicação em Larga Escala:
Através de uma metodologia bem formatada e um fluxograma operacional bem definido, o projeto pode trabalhar com dimensões ampliadas e manter sua eficiência, atendendo mais clientes.

- Situação hoje - Tempo entre a demanda do cliente e atendimento: 6 meses

- Situação com cheque prata: tempo entre demanda do cliente e o atendimento: Zero.